Ela aceitou, teve dois filhinhos e depois se separou.

Por Renato Vargens


Lembro que quando os meus filhos eram crianças, os levei a uma daquelas festinhas de aniversário. Na hora "do parabéns", depois de cantarmos a clássica canção, a criançada presente começou a entoar outro hit famoso:

“Com quem será com quem será, com quem será que “fulano” vai casar? Vai depender, vai depender, vai depender se beltrana vai querer”

Até aí tudo bem, só que logo a seguir descobri que a música não havia terminado, isto porque, a meninada aos berros cantarolava:

... “Ela aceitou, ela aceitou, tiveram dois filhinhos e depois se separou.”

Ao final da canção, todos os presentes à festa, deram uma sonora gargalhada.

Assusta-me o fato de que nossas crianças tratem com tanta banalidade os divórcios de seus pais e conhecidos. Infelizmente a família pós-moderna experimenta a olhos vistos a banalização do divórcio. Soma-se a isso o fato de que nossos jovens adiam e até recusam o casamento em virtude do descrédito construído a respeito do matrimônio. Em nossos dias a duração do casamento está em função da durabilidade dos sentimentos. Quando se descobre algum defeito do outro, então, tudo muda e experimenta-se o sentimento de estar diante de um desconhecido.

Caro leitor, a separação e falência conjugal são hoje uma gravíssima epidemia. Tenho plena convicção que o tempo destinado pelos jovens a preparação para o casamento é insuficiente e superficial. Além disso, as experiências sexuais de nossos adolescentes se dão cada vez mais cedo, contribuindo para o surgimento de uma sociedade depravada e promiscua. A fidelidade conjugal não é valorizada, o amor foi relativizado, e a promiscuidade incentivada.

Diante disto, mais do que nunca a Igreja de Cristo precisa anunciar o Evangelho integral, além obviamente de proclamar a esta geração os valores do Reino, na expectativa de que o bom perfume do nosso Senhor alivie o odor de putrefação deste mundo mal e pervertido.

Pense nisso!

Renato Vargens

2 comentários

  1. Bom dia!

    Há uma comprovação Bíblica mediante ao fato relatado: "Os fundamentos estão ruídos! O que pode fazer o justo"(Sl. 11.3).

    Nossas bases doutrinárias estão esquecidas. Família; o papel do cristão na sociedade; como contribuir em uma mentalidade bíblica (reformada). A conclusão que chegamos é a seguinte: 'não vivemos o evangelho com tanto veemência e clareza como antes'.

    Só há um lugar que podemos refazer nossas trincheiras: "Na presença do Senhor (Sl.11.4), onde está seu trono".

    Soli Deo Gloria
    http://aexcelenciadasescrituras.blogspot.com/

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  2. CONCORDO PLENAMENTE COM O SENHOR,PORQUE O MUNDO ESTÁ EM ESTADO DE PUTREFAÇÃO.MESMO QUE SEJA,PARA MIM,HOMEM QUE ESTÁ SEMPRE EM DEMAGOGIA,OPORTUNISTA,O GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO,EM UMA REUNIÃO QUE EU ESTAVA, NA PRESENÇA DE MUITOS PASTORES,DISSE QUE O NOSSO ESTADO SÓ NÃO ESTAVA PIOR,DEVIDO AS ORAÇÕES QUE ERAM FEITAS.BEM, O MUNDO SÓ NÃO ESTÁ PIOR EM RELAÇÃO AOS VALORES DE FAMÍLIA PORQUE HÁ CLAMORES POR TODA PARTE DESTA TERRA.DEUS CRIOU A INSTITUIÇÃO FAMÍLIA PARA COMPLETAR A NOSSA FELICIDADE,DE ACORDO COM A VONTADE DELE,INFELISMENTE ESTÁ SENDO CADA VEZ MAIS DISTORCIDA O FUNDAMENTO DO CASAMENTO,ATÉ MESMO PELO SÉCULO QUE ESTAMOS VIVENDO,PORQUE ESTÃO QUERENDO ABAFAR A VERDADE DAS ESCRITURAS E NÃO PODEMOS NOS CALAR.PRECISAMOS DIZER NÃO! AOS DISCURSOS POLITICAMENTE CORRETOS.OLHA SÓ O QUE AS CRIANÇAS ESTÃO CANTANDO NAS FESTINHAS DE ANIVERSÁRIO! PARA MIM É FRUTO DO VAZIO,OU SEJA, FALTA DIZER SIMPLESMENTE A VERDADE PARA OS PAIS AFIM DE QUE ELES POSSAM CRESCER SEGUNDO A VONTADE DE DEUS.NA AUSÊNCIA DISTO É QUE OS VALORES DECLINAM.

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Caro leitor,

(1)Reservo o direito de não públicar criticas negativas de "anônimos". Quer criticar e ter a sua opinião publicada? Identifique-se. (2) Discordar não é problema. É solução, pois redunda em aprendizado! Contudo, com educação. Sem palavrão! (3) Ofereça o seu ponto de vista, contudo, a única coisa que não aceitarei é esta doutrina barata do “não toque no ungido” do Senhor. Querendo aprender sobre o direito de julgar, leia estes artigos:

Não julgueis para que não sejais julgados. Como é isso?

Julgando os críticos ou criticando os juízes?

O conselho de Gamaliel e o pensamento Cristão

Nele,

Renato Vargens