A triste sina dos pastores que usam as "armas"do diabo para a "glória de Deus"

Por Renato Vargens

Eu já vi alguns pastores dizendo: "Não importa que esteja certo, o que importa é que dê certo." 

Pois é,  lamentavelmente para alguns pastores o resultado é o que importa e não os meios para alcança-los. Nessa perspectiva,  vale a pena fazer qualquer coisa até mesmo usar as armas do diabo.

Como assim? Talvez você esteja perguntando. Que armas do diabo são essas? Ora, as armas do diabo são simples, antigas e extremamente eficazes, senão vejamos:

1- O mundanismo 

O Adversário de nossas almas sempre entendeu que uma das melhores maneiras de fazer com que a igreja fracasse em sua missão é levar o mundo para dentro dela. Nessa perspectiva, em nome da evangelização, promove-se estruturas de entretenimento, lazer, fantasia e festa cujo objetivo final é a "conversão do incrédulo e a glória de Deus". Todavia, todos sabemos que uma igreja que ama o mundo e as coisas que nele há, falha na pregação do evangelho, anunciando uma mensagem desprovida de verdade, cujo conteúdo não possui poder para confrontar, bem como transformar o pecador.

2-  Uma ética relativista 

Na década de 80, o famoso comediante Chico Anísio tinha um programa humorístico na televisão Chamado "Escolinha do Professor Raimundo." Na época, um dos personagens que mais chamava a atenção era o Samuel Blaustein, que sempre que entrava em cena dizia: "Fazemos qualquer negócio.

O quadro em questão me faz lembrar de algumas igrejas que no afã de alcançarem seus objetivos pessoais negociam a fé o evangelho.  Para os pastores destas igrejas, a relativização de conceitos absolutos, faz parte do negócio, afinal de contas o que importa é  atingir seus objetivos. 

Concluo esse post afirmando que de fato os tempos que vivemos são difíceis, e que  mais do que nunca precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, mesmo porque, se isso não acontecer, enfrentaremos dias tenebrosos. 

Que Deus nos livre do relativismo, do mundanismo e secularismo, levando-nos a entender que as armas da nossa milícia não são carnais, humanas e muito menos de inspiração maligna.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

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