O perigo das “House Parties - Cuidado com seus filhos adolescentes

Por Renato Vargens

Cena de uma House Party's nos EUA
Você tem filhos entre 12 e 18 anos? Você sabe o que é uma House Parties? Não? 

Pois é House Parties ou simplesmente HP é como os adolescentes chamam as festinhas na casa de amigos muito comum nos EUA (vejam foto ao lado) e também no Brasil.

Ora, todo e pai e mãe geralmente recebem por parte dos seus filhos pedidos para que estes os liberem para uma "happy hour" entre adolescentes na casa de um amiguinho qualquer.

Os pais naturalmente permitem a ida de seus filhos a estes ajuntamentos sociais, confiados que os responsáveis pelo adolescente anfitrião estarão presentes no evento. O problema é que na maioria dos casos, os adolescentes organizam tais festas longe de seus pais,  proporcionando com isso problemas seríssimos. 

Para exemplificar o que eu estou dizendo, vejam os relatos abaixo que originalmente foram publicados num blog de São Paulo, blog este indicado pela minha amiga Norma Braga. ( Texto original aqui).

"Eles chamam apenas de HP.
A escravidão do Alcool

Vou em uma HP na casa do Flávio, vou em uma HP no prédio da Maria, não importa o nome, é sempre alguém conhecido do colégio, ou amigo de amigo. Geralmente, o horário é das 16 às 23 h, um horário até que confortável. Você leva, você busca. Parece inofensivo, mas não é. Eles sempre dizem que vai ter um pai ou adulto junto. Mentira. E, todo o mundo vai, desde a amiga santinha, até as mais “saidinhas”. Tenho uma filha adolescente, de 14, e é um ritual, todas vem se arrumar em casa, felizes e amáveis. Usam roupas até que normais e vão. Vão até o banheiro do lugar, levam micro-shorts na mochila e aí começa. A idade varia, desde 12 (pasmem) até 18 ou mais, no caso dos meninos.

Sei disso, porque um dia fui levar um grupo em uma HP , numa casa no Morumbi e (instinto de mãe), resolvi entrar. Tinha segurança na porta, que depois de muita conversa me liberou, ameacei chamar a polícia. Quis falar com os pais, os donos da casa e me disseram que eles já chegariam.

Quando entrei, me deparei com o pior pesadelo de uma mãe. Cheiro de maconha, copos de plástico com vodka, todas as meninas dançando, agachando até o chão e os meninos mau conseguiam andar. A dança,parecia cena de sexo explícito, mas com roupa. Ouvi um grito, olhei. Uma garota de uns 12 anos, não passava disso, poderia ser até menos, bem magrinha, caiu no chão com tudo de fora e os garotos jogavam bebida nela como se fosse urina e ela ria e ria….ninguém ajudou a levantar, ela ficou um tempo ali, achando o máximo. Nunca mais deixei minha filha ir a nenhuma HP.

Não era um baile funk da favela, eram filhos como os nossos. Foi no Morumbi, mas isso acontece igualzinho aqui, sem dúvidas. Aliás aqui acontece toda a semana. Lembram do garoto que morreu perto do Edifício Ghaia? Estava voltando de uma HP.


As drogas tem vitimado inúmeros adolescentes no País
Gente, já fomos adolescentes e com certeza aprontamos muito. Mas, o que está acontecendo agora é diferente, como se não existisse o certo e errado, o medo, o amor próprio.

Pais, não liberem a casa ou salão de prédio para seus filhos, sem supervisão. Não dá. Acho que a maioria de nós conversamos, aconselhamos, etc… mas os hormônios falam mais alto.

Não dá para prender….eles podem dizer que vão à um amigo e ir à uma HP. Como saberemos? Por isso a responsabilidade é dos pais e de mais ninguém.

Quando meus filhos estiverem em suas casas, cuidem deles, pois é esse o desejo que vocês têm para os seus. Bjs"

Caro leitor, vivemos dias difíceis onde o pecado se multiplica a olhos vistos. Isto posto, os aconselho a estarem bem próximos de seus filhos procurando saber detalhes da festa que pretendem ir. Se for o caso, converse com os pais do adolescente organizador da festa procurando saber detalhes do evento. 

Lembre-se: Filhos são herança do Senhor e nós não os tivemos para que satanás os arrebate de nossas mãos. 

Cuide deles, proteja-os e Deus será glorificado!

Pense nisso!

Renato Vargens

158 comentários:

tenho amigos com filhos adolescentes e o filho pediu para fazer uma festa em seu apartamento. ele permitiu desde que permanecesse com eles. Sem bebidas. Só que os adolescentes ue vieram trouxeram bebidas escondidas e as MOÇAS eram as mais liberais. Ele ficou chocado quando sentiu falta de 2 rapazes e uma menina. procuraram pelas cameras e icou surpreso quando encontrou os 3 fazendo sexo. Ele ligou para os pais de todos. e o que deixou ele mais chocado é que a mãe da moça disse que só iria buscar na hora combinada porue estava com as amigas. Ela disse está vendo tio?...eu faço o ue eu quero... Todos entre 13 e 16 anos.

29 de maio de 2015 14:10 comment-delete

Dizer q "não era funk na favela, eram filhos como os nossos"...
Moro em uma comunidade e nem por isso deixo meus filhos participarem de baile funk.
Isso é pra q vcs enxerguem q a podridão está em tds os lugares. Contaminando e roubando os filhos, sem pedir permissão a conta bancária.

9 de junho de 2015 17:43 comment-delete

Adriana,

Vc está certa. Agora, vale a pena ressaltar que esse não foi meu texto e sim da autora, o que fiz foi somente reproduzir o que ela escreveu no BLOG.

Renato Vargens

9 de junho de 2015 18:01 comment-delete

Nossa o pior dessa publicação é o preconceito escondido da mãe quando comparou a HP com baile funk da favela. Adolescentes se limites na rua sao adolescentes sem limite dentro de casa. Adolescentes de 12 anos sai acompanhados com os pais, se sua filha vai em uma festa na casa de alguém o mínimo que os pais tem que fazer é ligar para os outros pais p saber informações sobre a festa.

12 de junho de 2015 09:07 comment-delete

Eu vejo que as meninas estão piores que os meninos, não tem mais essa de classe alta u pobre. Coitado dos pais de classe alta que acham que seus filhos são melhores que adolescentes pobres, educação e respeito não tem nada haver com conta bancária. Deixar o filho a filha dar um beijo na boca e tomar um ponche é ma coisa, o problemas é que as meninas estão piores que prostitutas, isso mostra o reflexo da formação que estão recebendo dentro de casa, eu namorei muito entre 13 e 18 anos, namorei e diferente de transar com dois três caras.

12 de junho de 2015 22:19 comment-delete

Quer trabalhar 12 horas ? Não ter fins de semana ? Ter carro do ano e 2 X ano férias fora do país? NÃO TENHA FILHOS! Filhos precisam de acompanhamento, tempo, companheirismo, educação, guia, amor, verdade. Não terá tempo fazendo tudo isso.

13 de junho de 2015 16:01 comment-delete

Simplismente ridícula sua colocação.

15 de junho de 2015 23:13 comment-delete

"Não era um baile funk da favela, eram filhos como os nossos." Muito prepotente a sua colocação, seus filhos são melhores do que alguem que cresceu na favela ? So pq você tem dinheiro seus filhos são melhores seres humanos ?

16 de junho de 2015 09:28 comment-delete

Prezada Paty,

Leia o texto novamente e verá que não fui eu que escrevi essa informação. Apenas reproduzi o texto da autora.

Renato Vargens

16 de junho de 2015 09:40 comment-delete

pelo amor de Deus quanta babaquice em uma só postagem. Cansada de pais que não confiam na educação que deram aos seus filhos e agem como se toda criança e adolescente tivesse como grande missão enganar seus pais para então fazer "coisas erradas". Ser pai não é impor algum tipo de ditadura, ser pai é dar educação ao seu filho e ter uma relação com ele onde você pode saber que ele está exercendo toda a educação que lhe foi dada. Criar seu filho dessa maneira, tratando ele como o inimigo que esconde segredos o tempo todo, apenas tornará o relacionamento de vocês um verdadeiro inferno. Obviamente crianças e principalmente adolescentes precisam de certa orientação, e por orientação não quero dizer "não pode isso" "não pode aquilo", dessa forma no mínimo ele fará tudo que você disse que não poderia na primeira oportunidade. Beijo para vocês e para os seus filhos
ps: Nem sempre o problema está apenas nos filhos

16 de junho de 2015 18:02 comment-delete

Renato,

quantos anos vc tem, eu tenho 48 e estas festas existem do mesmo jeito desde que eu tinha 12 anos de idade, n mudou nada, sexo, drogas (maconha, cocaina e LSD) sempre fizeram parte destas festinhas pra nós, classe média alta. Passei por isto, estou viva, casada e com dois filhos que com certeza estão passando por isso e nem por isso deixam de ter uma vida digna. Sei que existem casos e casos, mas isso é a coisa mais normal do mundo.

17 de junho de 2015 07:24 comment-delete

não é normal... ficou normal... quer dar pra dois, três, é problema seu cada dá o que tem kkkkk , quer beber ate cair e cheirar até virar os olhos é problema seu, cada faz aquilo que tem capacidade, mas as consequencias dessas atitudes são mais graves, um fulaninho desse ou fulaninha dessa pega o carro do paizao e sai dirigindo sem noção e provoca um acidente matando alguém que não tem nada haver com a maldita HP ou Funk da Favela, não importa a origem, aí quero ver os pais se responsabilizarem e irem para a cadeia por estarem educando de forma irresponsavel, a responsabilidade vem do berço!!

17 de junho de 2015 11:33 comment-delete

"mas os hormônios falam mais alto..." Eu me espanto com este comentário. Este texto e pregação são patéticos. A construção deste texto é verdadeiramente um lixo de pregação. Ao invés de avançarmos, uma parta significativa está voltando para trás, numa atitude completamente reacionária. Ainda bem que li aqui post muito mais contra esta corrente do que as que apoiam o medo e a opressão.
Educar é amar, sem medo algum de amar nossos filhos.
Eu também fui da "pá virada". E foi bom demais, todas as minhas experimentações. Me fez adulto, me fez seguro.
Devolvam a culpa dos outros para os próprios. As minhas culpas, só elas me pertencem, só elas carregarei.
Mais uma vez, textinho patético!!!

17 de junho de 2015 23:15 comment-delete

Resumindo: lamentável!
E resumo oq entendi do texto no inicio para todos aqueles que, pela minha pouca idade, me julgarão como menos capaz de escrever algo produtivo.
Enfim, para começar! Tenho 16 anos e desde meus 14 participo de festas nas quais sou convidada. E nossa! Que generalização inadequada. Nao digo que as coisas citadas no texto nao aconteçam em algum lugar mas generalizar a esse ponto e, de certa forma, implorar para que os pais nao deixem seus filhos irem a festas é lamentável. Triste por aqueles que tomam um texto desses como se fosse uma verdade universal.
E digo mais! Dizer que "nao era uma baile funk, eram filhos como os nossos" é de um preconceito e de uma hipocrisia sem tamanho considerando o desenvolvimento do texto. Entendo que o senhor nao tenha sido o autor da frase mas ao reproduzi-lá em seu blog tenho o direito de entender que o senhor tem conhecimento do que esta tratando (para nao dizer concordando).
Tenho 16 anos (novamente!), estou cursando o terceiro ano do ensino médio, tenho muitos amigos que ja atingiram a maioridade e isso nao me impede de sair com eles. Melhor dizendo, nao EXISTE algo que me impeça de sair com eles até porq até onde sei "nao sou obrigada a nada" e nao é porq fulaninho faz que tenho q fazer também. Eu nao sou todo mundo e agradeço muito por isso! 
Ah é importante ressaltar que apesar de frequentar festas nao sou a pior filha que existe. Meus pais sempre estão cientes de tudo que faço e agradeço todos os dias pela compreensão da parte deles porq diferentemente dessas meninas, nao preciso levar shortinho na mochila para trocar no banheiro de lugar nenhum.

19 de junho de 2015 14:59 comment-delete

Querido Renato, creio q essa colocação, extremanente, infeliz, nem deveria constar em seu texto. A não ser q vc tb concorde com tamanha estupidez.

20 de junho de 2015 15:02 comment-delete

Wander,

Como diz o ditado popular, "quem mata a cobra, mostra o pau."

Ora, se falei do assunto, tinha que mostrar quem escreveu e seu conteúdo. Somente isso!

Deus o abençoe,

Renato Vargens

21 de junho de 2015 23:05 comment-delete

O Renato já escreveu duas vezes que o texto não é dele e sim uma reprodução mas, ninguém é capaz de ler, ai ai ai

16 de novembro de 2015 07:43 comment-delete

O engraçado é que muitos pais que aqui estão, estão se preocupando mais com a colocação da autora do que com a matéria, ACORDEM! Aprendam a enxergar além, pois se não enxergam nada além da colocação da autora no texto, imagina na vida dos filhos.

17 de novembro de 2015 15:38 comment-delete

Não é bem assim! Tenho 14 anos e vocês podem falar que eu estou querendo defender os jovens, mas não! Sei que muitos não zelam a própria vida, fumam, bebem e usam outros tipos de drogas que são ilícitas, mas NÃO SÃO TODOS, muitas vezes são os que os pais privam de tudo! Como por exemplo estou vendo que no texto está incentivando aos pais fazerem isso! Minha mãe NUNCA me privou de nada! Sempre disse ''Você faz o que quiser da sua vida, mas arque com as consequências!'' Não uso drogas, não fumo (só narguilé e com a consciência de minha mãe!), já bebi não vou mentir mas depois do estado deplorável que fiquei nunca mais coloquei um pingo de álcool na boca! Acho que se minha mãe foi tão legal de me dar liberdade, não vou estragar usando drogas, fumando e bebendo! Acho os pais não devem privar os filhos de fazerem as coisas, tem que cuidar? Educar? Ensinar? Tentar ajudar? Sim, mas privando os filhos de saírem não vai ajudar em nada! Tenho uma amiga que de tanto o pai dela privar ela de sair de casa, de fazer as coisas, fugiu de casa! E o motivo que ela deu foi ''Parecia que eu estava em uma cadeia, não podia fazer nada, só podia estudar!'' Eu como adolescente digo: Oriente seus filhos, mas não os privem de sair e viver a própria vida, pois muitas vezes com vocês privando o tombo vai ser muito maior! Minha opinião de adolescente, podem não concordar mas nós jovens pensamos assim! (Pelo menos a maioria)

17 de novembro de 2015 23:32 comment-delete

Concordo...achei esse comentário muito preconceituoso....não moro em comunidade mas participo de muitas ações sociais em tds os níveis....percebo a falta de educação e limites em tds as estâncias....

20 de novembro de 2015 02:28 comment-delete

Cada um com a sua responsabilidade como pai e mãe. Cada um será responsável por suas decisões. Sendo que os pais e as mães são responsáveis pelos filhos até a sua maturidade.

Creio que cada um tem a sua opinião com o que acha saudável fisicamente, emocionalmente e moralmente para os seus filhos. Então respeito as opiniões de cada um. Pois assim como cada um tem uma opinião também terão resultados diferentes... das educação ... da maturidade... da inteligência emocional...na estrutura familiar... e na resiliência aos conflitos no período adulto.

Cada um reflita às suas responsabilidades...pois todos colhemos o que plantamos.

20 de novembro de 2015 13:46 comment-delete

Pra lá de preconceituoso esse comentário sobre não ser na favela. Já sei que a pessoa tem mais preconceitos do que o que apresenta.

23 de novembro de 2015 15:09 comment-delete

Vc poderia ter excluído a frase preconceituosa. Daria mais credibilidade ao texto que vc publicou.

23 de novembro de 2015 15:10 comment-delete

Concordei. Se o adolescente mente para ir num lugar desses, mais coisas erradas estão sendo feitas. E o erro está na criação. Está nos próprios pais.

23 de novembro de 2015 15:13 comment-delete

Concordo plenamente com unknown em gênero, número e grau!

4 de janeiro de 2016 14:21 comment-delete

Apesar de ter confiança na boa educação os pais têm que estar sempre muito atentos, os jovens são muito influenciáveis e podem se ver compelidos a fazer e participar de eventos que não lhes são agradáveis, o grupo força ( vc não vai? Que babava que vc é! Vc está por fora ...). Jovens muitas vezes não estão ainda preparados para se impor, para prever consequências... Cabe aos pais estar atentos e pegar o processo quando está ocorrendo para poder ficar perto (não adianta só proibir, isso incentiva a mentira) para ajudar a perceber que não é bom...

5 de janeiro de 2016 09:20 comment-delete

Concordo plenamente!!

5 de janeiro de 2016 09:41 comment-delete

Eu não estou preocupada com o q o texto fala se foi em favela ou não se foi funk ou rock , samba eles não estavam interessados na música e sim na orgias da festa os preconceituosos tem uma mania horrorosa de deturpar toda a história e esquecer q o assunto é sério independente da classe social! Estamos falando de jovens q temos q dar limites e BONS exemplos!

5 de janeiro de 2016 10:42 comment-delete

Eu entrei no blog da autora e deixei comentarios, principalmente sobre seu racismo evidente e acho que todos deveriam fazer o mesmo.

5 de janeiro de 2016 13:24 comment-delete

tenho filhos e sempre me preocupo com cada um deles a idade deles são muito grandes um tem 30 anos e o outro tem 10 anos como podem ver é muito grande a diferença de idade mas tento educar da mesma forma com criei o mais velho todas as vezes que ia sair com os amigos ele nos comunicava eu sempre pedi para ele falar onde mora seus amigos eles tem telefone são filhos de quem onde os pais trabalham sempre dizia a ele -diga com quem andas que digo quem tu es isso foi com o mais velho hoje ele é advogado agora tenho que me preocupar com mais novo que 10 anos mas vai ser do mesmo jeito com ele

7 de janeiro de 2016 16:09 comment-delete

Concordo. As pessoas estão mais preocupadas com o suposto preconceito que com o grave fato que foi denunciado

8 de janeiro de 2016 01:07 comment-delete

Agora é moda dizer que tudo é preconceito. Não é. O preconceito julga sem conhecimento. E nesse caso conhecemos muito bem o que acontece nos bailes de favela. Me desculpe mas, todos têm as mesmas oportunidades. Criei meus filhos sozinha e nenhum se faz de vítima da sociedade. Princípio e educação nunca é demais. Seja HP OU BAILE DE FAVELA, os jovens de hoje não têm limites.

8 de janeiro de 2016 23:52 comment-delete

Vitória, tenho 40 anos e concordo plenamente com seu comentário. O negócio não é proibir, o que pra mim é muito pior (o tiro pode sair pela culatra), mas orientar, conversar, estar presente na vida do seu filho. Absolutamente NADA do que a gente faça vai impedir que os filhos tenham más escolhas, mas não temos outra opção a não ser confiar na educação que demos.
De qualquer forma, como mãe, me preocupa muito o fato de crianças, cada vez mais jovens, estarem presentes neste tipo de ambiente.

9 de janeiro de 2016 13:33 comment-delete

Tive o mesmo mal estar ao ler. Moro em um bairro privilegiado mas não é por isso que me sinto no direito de discriminar quem não mora. E só pra constar, volta e meia rola hp aqui em casa, geral bebe um pouco (17-20 anos), mas não rola maconha nem sexo. Cada um sabe a criação que dá aos seus filhos.

9 de janeiro de 2016 22:02 comment-delete

Li e fiquei preocupado com algumas postagens acima de pais e mães dizendo que essas situações são normais que já passaram por isso, e outros mencionando que temos que confiar em nossos filhos.
Farei algumas críticas construtivas, já fomos jovens um dia, nem tudo dizíamos a nossos pais, nem tudo sabíamos sobre a vida, muitas coisas que fazíamos era "embalo", por pressão do grupo, influência de amigos, éramos imaturos, e sem muitas responsabilidades, os dias atuais pedem pais mais atuantes, que dialogam, que orientam, que saibam dizer não e explicar os por quês, que saibam ensinar valores e dar exemplos, que sabiam onde estão seus filhos e com quem andam, quais as características dos amigos de seus filhos, com quem andam, o que fazem, se são pessoas de boa índole. Muitos pais às vezes fazem "vistas grossas" ou superprotegem os filhos no sentido de deixarem eles fazerem o que querem com total liberdade, ausência de limites, e quando surgir uma novidade ou fatalidade, correm para pedir ajuda, buscam informações com especialistas, querem saber tudo sobre determinado assunto, por que não agir antes com seriedade e responsabilidade. Coloco o exemplo do pai Venício que perdeu seu filho para as drogas, e hoje realiza campanha permanente contra as consequências das drogas na sociedade, principalmente aos jovens que são as suas principais vítimas. Então importante aos pais fazerem a sua parte, não serem omissos, ou fazerem vistas grossas, mas serem pais responsáveis apenas...
Segue link da matéria do caso do pai Venício: http://noticias.r7.com/cidades/pai-inicia-campanha-na-internet-apos-filho-ser-morto-por-causa-do-crack-02122012

10 de janeiro de 2016 01:28 comment-delete

Renato,

Concordo plenamente com a sua colocação, sobretudo ao reproduzir por completo o depoimento da mãe. Faço faculdade de jornalismo e, na minha opinião, colocar tudo o que a mãe escreveu não diminui, mas sim, aumenta a sua credibilidade para com o público com a publicação do texto. Vc não mudou nada e colocou tudo, não alterando e nem editando para que ficasse do modo que lhe convém. Se há preconceito, é por parte da mãe, que pode ter preferido não se identificar, e não por sua parte. Absurdo condenar o texto por causa de uma citação.
Tenho 20 anos e sei bem como são essas festas.

Parabéns, gostei muito do texto!

Gustavo Henrique Rodrigues Cruz

10 de janeiro de 2016 23:20 comment-delete

Quem estuda é melhor, vc não foi capaz de diferenciar o texto da citação, sem fala que o autor já escreveu duas vezes que não foi ele quem disse isso

10 de janeiro de 2016 23:22 comment-delete

Se vc acha normal uma garota de 15 anos transando com dois gadoido no Jardim dos outros, ou outra de 12 caindo de tanto ingerir bebida alcoólica, reveja seus conceitos... (vai saber se não era sua filha, já que é "normal" pra vc tudo isso)

10 de janeiro de 2016 23:26 comment-delete

Verdade

10 de janeiro de 2016 23:31 comment-delete

....

10 de janeiro de 2016 23:40 comment-delete

A advertência é boa, mas "Não era um baile funk da favela, eram filhos como os nossos", complicado de se ler, apesar de sabermos das diferenças sociais, ainda fico chocada com o preconceito. Favela não quer dizer que todo adolescente é "sem noção", depende do caráter e da criação.

13 de janeiro de 2016 18:16 comment-delete

Lá vem o povo chato! Tem que reproduzir o texto integral e não ficar cortando falas.

15 de janeiro de 2016 09:20 comment-delete

Senhor. Mundo perdido. O mais triste é ler uma mãe achando a coisa mais normal do mundo. Graças a Deus realmente faz parte do mundo do qual estou de passagem e não pertenço. Só tenho pena dos filhos que acabam pagando pelos erros dos pais. Preço alto que gera muitas frustrações futuras. Depois tem adultos em casamentos infeliz. Fazendo terapia.Depressivos ou explosivos e nao se sabe porque. Acorda povo. E ainda querem falar mal do governo kkkk.

4 de abril de 2016 23:28 comment-delete

Concordo tbm , foi um comentário preconceituoso, e desnecessário, somos todos seres humanos , enquanto houver esse tipo de pré conceito, não vai existir respeito e assim ficará bem dificil um filho destas pessoas preconceituosas terem ou se darem o respeito.

6 de abril de 2016 02:27 comment-delete

ela nao foi preconceituosa ela so comparou

7 de abril de 2016 21:52 comment-delete

Prezado Renato, cada dia que passa percebo termos os governantes que merecemos, o povo disvirtuou o texto se preocupando com o menos importante. Tenho um filho pequeno e me preocupo muito com o que estou deixando de aprendizado e legado para ele. O nosso povo, quando digo povo, são ricos e pobres, estão cada dia mais ignorantes, e não percebem o quanto falta em nosso país é apenas educação, pois um país educado, será um país melhor conduzido e mais respeitador... Volto a repetir, temos no Brasil o que merecemos, pois preocupamos com o que menos importa em tudo que acontece, e o fato principal fica esquecido, vamos ser humildes e pensar um pouquinho... Obrigado e desculpe aos hipócritas..

8 de abril de 2016 08:50 comment-delete

Filhos das favelas são filhos como os nossos...mães são mães...pessoas são pessoas e só. Se mora no morro ou na zona nobre que diferença faz? Ou você imagina que o coração de uma mãe da favela não sente? Que o filho da zona nobre vale mais? Cuidado...seu pensamento é muito pequeno, é muito ruim, se corrija...seja harmonioso... o mundo precisa de mais amor!

9 de abril de 2016 12:38 comment-delete

Agora esse mimimi do trecho " preconceituoso" que para mim não foi. O entendimento do texto é subjetivo. E o que mais choca é minimizarem o contexto do texto, atendo-se apenas a um trecho .

10 de abril de 2016 00:25 comment-delete

Gente o que importa é o que se relata, é essa imoralidade acontecendo entre jovens e não se a pessoa foi preconceituosa ou não num trecho da fala.

10 de abril de 2016 10:46 comment-delete

Essa história de preconceito cega as pessoas. Realmente, todos sabem o que acontece nos bailes funk de favela! Só pelas letras das músicas a gente já tem uma ideia! O autor não disse que os adolescentes de favela são piores. O fato é que o texto alerta que adolescentes que parecem santinhas também podem se envolver quando os hormônios falam mais alto. Achei muito bom o texto! Um alerta! Tenho uma filha adolescente e me preocupo muito com esse limite que não deve ser ultrapassado. Converso muito com ela, mas acho que as companhias influenciam demais! Não conseguimos ter controle total, mas gosto sempre de ter contato com os pais das amigas. Isso ajuda muito!

10 de abril de 2016 11:14 comment-delete

O que falta é responsabilizar os pais jurídica, judicialmente e criminalmente por não zelar pela educação de seus filhos enquanto menores, são responsáveis sim em mante-los sob sua responsabilidade, é inadmissível culpar o Estado, as escolas a policia pela falta da educação primaria que tem que vir de casa, da família, dos pais...

10 de abril de 2016 11:58 comment-delete

Gente, isso não foi discriminatório. Nós estamos acostumados a ver nos noticiários que isso só acontece em baile de favela. É como dizer o mercado da rua x. Um ponto de referência.
Mais foco no conteúdo da matéria, menos mimimi

10 de abril de 2016 14:32 comment-delete

Nao era baile funk de favela, eram filhos como os nossos??? Quer dizer que de acordo com o.autor do texto isso na favela é normal? Kkkkkk Ta assistindo muita novela, kkkkkkkk seus filhos se matam na droga, até mais que jovens de periferia, é alcool, gas de isqueiro, de ,buzina cola, solução de solda, anti depressivo, anabolizantes de cavalo, sobra ate pro cachorro pit Bull,kkkkkkk Nem vou chamar de preconceito, vou chamar de burrice e falta de informação.

10 de abril de 2016 14:47 comment-delete

Concordo plenamente!! A observação que compartilho com vcs é que,os pais das comunidades tem o fator trabalho, medo do desemprego, lutar diariamente pelo pão. Os filhos acabam ficando mais sós e consequentemente,com uma maior liberdade e sem tanto acompanhamento. A mãe ou pai classe média alta, trabalham, estudam, saem com amigos, vão ao shopping, depilação crossfit, cabeleireiro e... Não tem tempo de educar!! Compreendem meu pensamento? Educar exige demais do tempo dos pais!É quase um propósito de vida, durante um período, auxilia-los a chegar a fase adulta com caráter, lealdade, honestidade e princípios morais básicos! Exige abnegação,cuidado,atençao,observação,respeito e acima de tudo, exemplo!! Que Deus nos ajude a sermos bons exemplos!!

10 de abril de 2016 20:38 comment-delete

Olha, sou mãe, apesar de não ter trinta anos ainda e confesso que não sei o que é uma balada. Sempre achei que ler um livro ou ir a um bomrestaurante é um programa maravilhoso. Acho que viajar é a minha balada preferida. Enfim, sempre me achei a do contra, mas sou feliz assim. O que me entristece são os comentários, dizendo que as mulheres estão piores. A fase adolescente é uma fase complicada, mas acredito que a proximidade dos pais faz a diferença, digo proximidade e não controle. Eu acho que o que existe nessa geração de hoje é muita proteção, proteção até demais. Tanto que aos 35 - 40 anos tem muitos filhos que não saem da barra da saia da mãe, por isso acham que podem fazer o que quiserem, pois não existe a maturidade.

10 de abril de 2016 23:38 comment-delete

Só não entendi a parte do: não é um baile funk na favela, são filhos como os nossos??? Querida, acha que nascer na favela é prerrogativa de maloqueiro, drogado, sem limites??? Infelizmente essa é uma prova que não. Dar limites, educação, saber dizer não, Independe de classe social.

11 de abril de 2016 08:50 comment-delete

Pelo amor de Deus gente. Menos mimimi e mais FOCO no alerta que o amigo compartilhou. #preguiçadegentechata

11 de abril de 2016 10:30 comment-delete

Lembro quando tinha 12 anos, fui a uma casa de uma amiga da escola, meu pai me levou até lá e pediu para falar com os donos da casa, e entrou na casa e conversaram longamente, fiquei morrendo de vergonha, estávamos em 5 amigas, e só meus pais tiveram aquela atitude. Logo pensei na falta de confiança, hoje as 36 já mãe, faço a mesma coisa, também fui adolescente e com a liberdade vigiada dos meus pais os quais me permitia viajar com os amigos, mas sempre diziam se acontecesse algo que eu tinha a liberdade de conversar para resolvermos em família. Hoje percebo que os pais estão preocupados em suas vidas pessoais e dando muita liberdade aos filhos, estes que assumem precocemente algumas responsabilidades como a sexualidade. Ao invés de entenderem de verdade qual seu lugar ao mundo, acabam vivendo a vida alienada de um grupo, que quando os pais se dão conta já estão viciados, largando os estudos ou com filhos nos braços na pre-adolescência. Precisamos sim acompanhar esta geração, mas não deixando jamais por conta deles a total responsabilidade por suas vidas, precisamos acompanhar e dizer NÃO quando necessario, mesmo que seja de encontro a todos.

11 de abril de 2016 14:51 comment-delete

A palavra "adolescentes" é um substantivo que serve de eufemismo com utilidade para pais irresponsáveis qualificarem filhos corrompidos, sem moral, educação ou orientação. Esses animais pensam que podem fazer o querem, desde roubar pessoas até encher a cara de alcool ou fazer sexo como cachorros, em qualquer lugar. São dotados da racionalidade de bestas feras, especialistas em ocultar condutas. Esses desvios não acontecem com meninos e meninas criados na velha disciplina do ferro e fogo. Esse método, além de aplacar "fogo no rabo", serve para apontar o bom caminho. Entre filhos e enteados, encaminhei 12. Todos estão formados e produzindo, felizes com suas famílias. É uma questão de controle. Rigidez, disciplina, hierarquia e controle.

11 de abril de 2016 16:01 comment-delete

Acho que a pessoa que fez o texto foi infeliz em seu comentário. ..."baile funk...filhos como os nossos"...
Mas acho que a mensagem final que tenhamos que ter cuidado com as crianças e adolescentes tem que ser redobrado afinal nem um lugar esta seguro :(

jhu
11 de abril de 2016 16:16 comment-delete

é isso mesmo!!!!!

11 de abril de 2016 16:25 comment-delete

Quando eu tinha essa idade, fazíamos a mesma coisa, e éramos todos filhos de classe média alta. Rolava, maconha, lança, coca, alcohol, as vezes sexo com muita sorte e alegria. E não lembro ninguém ter se perdido na vida.

11 de abril de 2016 18:32 comment-delete

Tambem fiquei incomoda com analogia que a mae fez, como se o filho de classe media tivesse mais valor.
Problemas há em todos os lugares, principalmente, nos condominios de luxo.

11 de abril de 2016 19:35 comment-delete

Baile de favela , não é pq a pessoa mora em bairro de luxo que não vá a um funk bem podre , o comentário não foi preconceituoso, vcs não souberam interpretar , baile de favela ou funk de favela é gíria da "música" baile de favela, desculpa mas vc arrumam caso pra td ... realmente há em dia os jovens é quem manda na casa , se fosse no meu tempo já tinha levado uma boa surra , isso que dá,se batem falam que vão denunciar, agora diz ora mim quem morreu por levar uma surra dos pais? Pois bandido na cadeia também apanha e nem por isso morre , a surra de hoje é a liberdade da cadeia de amanhã

11 de abril de 2016 19:48 comment-delete

Interpretação de texto abre caminhos para discussões sem fim... Posso estar enganada, mas o comentário sobre o baile funk toca num pré-conceito já existente que o que é de errado (drogas, sexo) acontece ali, e ela chacoalha para mostrar que isso está errado.
Concordo que temos de conversar e confiar, mas sinceramente o que ela falou não é prender ninguém, e sim conhecer onde seus filhos vão. Quabdo meu filho crescer e for brincar na casa de um amigo, antes eu vou conhecer esse amigo e sua familia, os valores e os costumes deles vão sim influenciar minha decisão. Isso faz parte dos exemplos que pretendo dar a ele.
Cada um sabe das decisões que fazem pelos filhos, o que está sendo plantado hj será colhido lá na frente e espero que a educação dada seja a suficiente para fazer pessoas melhores para o mundo...

11 de abril de 2016 22:36 comment-delete

Posso ser quadrada, mas desde que me tornei mãe percebi que não tem receita certa para cuidar de filhos, nós pais sempre nos cobraremos. Por isso acho que devemos seguir o coração e dar a vida por eles, assim como nossos pais fizeram por nós, não importa se não resolveu no momento da nossa juventude, isso é o que achamos, mas se hoje somos o que somos foram com os acertos e erros dos nossos pais que agiram dando o melhor de si. Farei o mesmo, mesmo ouvindo que sou a pior mãe do mundo... também falava assim e hoje vejo o quão grande foi e é o amor dos meus pais por mim...

11 de abril de 2016 23:05 comment-delete

Racismo onde? Até as pedras portuguesas de Copacabana sabem do rola em baile funk.

12 de abril de 2016 00:44 comment-delete

Baile funk de favela, qualquer um já ouviu a putaria que rola nesses eventos.

12 de abril de 2016 00:46 comment-delete

Tem que aprender a interpretar texto! O sentido da frase da discórdia é que a festa não desperta desconfiança como um baile funk despertaria em qualquer mãe, por sua conhecida fama .Não anule a seriedade do texto por uma má interpretação, a não ser que conheçam a autora do texto e tenham provas de sua atitude preconceituosa.

12 de abril de 2016 02:29 comment-delete

Achei o alerta do texto interessante, mais ainda os comentários, tirando os mimimis é claro. Tema importante para quem tem filho adolescente ou que ainda vai entrar. Na minha resenha adianto: minha mãe era ignorante, meu pai falecido, minha referência foram meus irmãos. Era diferente da maioria dos adoslecente que conheci , um bando de mimados. Minha mãe dizia: quando vc puder pagar sua bebia, seu cigarro, assumir uma possivel gravidez, vc pode beber, fumar e transar. Simples né? Pode parecer mas não é. Até lá vc passou pela fase, como diz no texto da bestilidade, hormonios a 1000, mas tinha o medo. Medo de apanhar , sim, e como apanhei mesmo não fazendo nada! Tinhamos nosso Hi fi nos anos 80, com muita insistencia fui a um na casa de uma amiga rica. Rolou de tudo, maconha, wisky, cerveja, inclusive homens adultos , quando todas estavam bebados vi a degradação. Não eu não bebi, não usei drogas e nem transei com desconhecido. Sai de lá decepcionada, tudo o que queria era dançar um funk melody, cantar alguma musicas de ultrage a rigor com palavrões e comer umas sacanagens e ovo de cordorna.
Resumindo então, a degradação sempre aconteceu, não importa a sua idade nem a epoca, seus pais passaram, vc passou por isso por isso e seu filho tambem vai passar, pode acontecer aos 16 , aos 26, aos 36, aos 46, aos 56, não importa a sua idade. O que estou compartilhando com vocês eu falo para a minha filha. Sim! PROIBIÇÃO! Porque quando alguem oferecer a droga para seu filho ele saberá que vc o proibiu , sem ele beber ele sabe que desobedeceu, se ela engravidar ela sabe que terá que assumir sozinha. Fui proibida de TUDO, fiz algumas coisas escondidas e o que fiz escondida vi as razões de serem proibidas. rrrTemos idades para experimentar as coisas essa é o grande aprendizado que tive. Se na vida adulta eu ja me arrependi de coisas erradas, mas eu era adulta, não tinha a quem culpar, era totalmente responsavel pelo meus atos. Mas seu filho adolescente não é, se ele cometer um crime a responsabilidade é sua e com certeza carregará em seu peito o culpa de não ter tido peito para dizer NÃO!

12 de abril de 2016 02:33 comment-delete

Concordo Adriana essa pessoa foi desrespeitosa e preconceituosa.Isso é pra ela ver que não é falta de dinheiro ou onde mora e sim falta de cuidados do Pais. Que por pode morar no Morumbi ou no Capão. Qualquer adolescente pode fazer isso,cabe aos pais educarem seus filhos

12 de abril de 2016 09:23 comment-delete

Não li nada preconceituoso! Só verdades!
Na interpretação da mãe (equivocada talvez) a baixaria por ela presenciada só ocorria nos "bailes de favela", mostrados exaustivamente pela mídia, esta que não mostra as HP's dos adolescentes privilegiados.. Talvez por isso o choque da mãe.. Não a culpo..
Me parece que criticar seu equívoco é mais fácil do que compreender o foco do seu relato e indignação ..
Bem típico do brasileiro, torna um detalhe insignificante maior do que o real problema.
Pq será?!

12 de abril de 2016 12:10 comment-delete

Pathy Ou, tenho a sua idade, frequentei festas de classe média, alta e nunca vi nada parecido! E olha que eu não perdia uma festa! Saia todas as noites! Nunca vi nada do gênero! Muito pelo contrário, nos sabíamos exatamente quem usava drogas, no meu bairro (Moema) e essa pessoa, na verdade um grupo, era evitada pela maioria das turmas!

12 de abril de 2016 12:50 comment-delete

Dramatica, existe uma coisa chamada senso, nem todos são iguais e o mundo como esta hoje isto existe, sempre existiu não sei por que agora estão falando nisto, cada um é cada um,pensamentos diferentes.E para de assustar os outros pais não é por que tua filha foi que as outras festas "hps" serão iguais a que a senhora viu!!

12 de abril de 2016 13:37 comment-delete

so e assim porq tem pais de de merda,tenho 19 anos,e nunca fui em festa assim,sendo minha familia super liberal,nunca usei nenhum tipo de droga,a unica coisa q sempre usei,foi a cerveja.Na verdade ja fui em festas assim,sim, e nao quer dizer q eu faça parte do que esta rolando,se estao usando droga(maconha na melhor das hipoteses) ok,nao significa q estou usando,entao deem mais atençao a seus filhos,para eles nao virarem um drogadinhos de merda,que as vezes vou em fez com garotos de 15 anos e quase n abrem os olhos,e eu com 19 anos,nunca usei nada...antes de jogar a culpa para os outros ,prestem atençao em voces msm

12 de abril de 2016 13:43 comment-delete

Sério q nego tá querendo não ver preconceito social onde claramente há? Não é sobre o q acontece em baile de favela e sim sobre a parte a autora diz "Não é baile de favela, SÃO NOSSOS FILHOS". Sério q não há preconceito nesta colocação? Sempre é só mimimi, né? O blog dessa nefasta autora deve ter caído pq então? E religião? Pra q? Pq? Tenho dois filhos gêmeos de 13 anos e não proíbo, eu ensino. E ensino com base na Lei do Certo e Errado, na Lei das ações e consequências. E não nessa coisa de Lei de Deus. Quem é Deus? Aquele q permite crianças morrerem assassinadas, guerras em nome Dele, a Natureza ser destruída? Ah, e ele permite salvar uns e outros não? Bem seletivo esse Deus, hein... Impressionante o momento do país q vivemos. Aliás, penso q não é só momento, né? Historicamente sempre fomos assim, preconceituosos e egoístas. Amo minha terra, demais até. Pq ainda acredito q vou viver pra ver um país livre de preconceitos, laico e mais igual.

12 de abril de 2016 13:55 comment-delete

A autora ou autor foi bem específico, baile funk da favela, qualquer frequentador no baile funk que acontece na favela estará sujeito a passar por isso..um alerta aos pais, não só nos bailes funks, mas em toda comunidade, rua ou bairro, independente da condição social.

12 de abril de 2016 14:12 comment-delete

Moro no falado "baile de favela",e me canso de ver todos os fins de semana adolescentes de classe média e alta chegando aos monte de táxi (porque muitos são de menor) ou de carro pra entrar na periferia pra usar droga e frequentar as festas, é minha gente dinheiro não define o caráter de ninguém é uma questão de criação! Se o pai e a mãe não ficar no pé acontece isso,independente de ser classe C ou A.

12 de abril de 2016 15:14 comment-delete

O problema está na interpretação! A autora está se dirigindo a classe média alta onde muitos pais estão desligados da realidade, pensam que essas coisas coisas só acontecem no baile funk, pq viram isso em algum programa de TV. Em nenhum momento ela quis ser preconceituosa! Nem disse que uma classe é melhor q outra! Valeu o alerta! Sobretudo a respeito do horário, pq pensamos que isso tudo só vai acontecer na madrugada!!! Um pai não imagina uma orgia juvenil as 16h!!

12 de abril de 2016 15:29 comment-delete

Vcs q moram nas comunidades sao parte da culpa dos problemas q seus filhos vivem.Eu morei e sei q todos sabem quem sao os bandidos e traficantes do lugar mas fingem q nao veem. Tem medo sim eu entendo mas o medo de perder seu filho nao é maior? Denunciem tudo o q for errado e boa parte dos problemas acabarão.

12 de abril de 2016 16:45 comment-delete

Ai está um fos problemas. A mãe está preocupada em mostrar o desastre da educação e as pessoas se apegam a bobagens. O assunto do texto não é a favela, e sim a zona que virou a vida dos adolescentes.
Enquanto se preocupam com um escorregão da mulher, as crianças estão caindo de um penhasco.

12 de abril de 2016 17:53 comment-delete

Nem todo mundo vai para baile funk fazer sexo ou usar drogas. É comum adolescentes se juntarem para usar drogas ou fazer outras coisas.
Parem de tratar adolescentes como bebês. Essa mania de tratar adolescentes como bebês só piora tudo

12 de abril de 2016 19:57 comment-delete

"Unknown" quem quer fazer sexo ou usar drogas, vai fazer às 16h, às 22h, às 00h, às 2h, às 8h, etc.

12 de abril de 2016 20:01 comment-delete

"Não era um baile funk da favela, eram filhos como os nossos".

Que comentário é esse?

Que preconceito é esse?

O que são "filhos como os nossos"?

12 de abril de 2016 22:24 comment-delete

É por isso que os adolescentes estao assim.Os pais estão mais preocupados com colocações ou em
Apontar os outros ou descarregar a culpa de um problema que existe em vez de encara lo e resolve lo.Mimi da porra.Ta ok não percam o foco.É na reportagem não nas colocações e não diginia que o autor compartilhe de tal pensamento ele só reproduziu uma informação.Deus meu,geracao mimi heim?Cruzes!

12 de abril de 2016 23:32 comment-delete

Nossos filhos ( 3 adolescentes ) 15,16 e 18 não saem, diretamente, foram educados por nós, foram ensinados a pensar e decidir o que é certo e errado, pois aprenderam com o noso exemplo, sem religião, sem dureza, só com amor e muito dialogo, mas principalmente cultura de dentro pra fora, quer dizer nos preocupamos em atender eles em todas as horas que eles precisem de nós e não delegamos nosso trabalho de pais, renunciamos a muito dinheiro e bens materiais para ficar 24 hs. perto dos nossos filhos e eles abominam o comportamento dos jovens de hoje. SE ENSINA COM O EXEMPLO GENTE! e com FAMILIA bem constituida, PAPAI E MAMAE EM CASA SEMPRE!... conhecer cada amigo e sua familia, seus habitos, suas tendencias, vigiar sem cansaço. nunca confiar porque adolescente é ensinado a mentir na propria escola e sociedade! alem disso, conhecer o que sente um aolescente, as razões quimicas que alteram seus comportamentos, explicar para eles o porque das suas vontades de rebeldia, etc etc etc. ( é apenas nossa vivência e nossos resultaados 100% satisfatorios) OS CULPADOS SOMOS SEMPRE OS PAIS, O PROBLEMA E QUE ( IGUAL AOS ADOLESCENTES) GERALMENTE NÃO ACEITAMOS ISSO!....Se pra Vc é mais importante investir seu tempo de vida em adquirir bens materiais, não reclame depois se não tiver pra quem deixar tudo o que conseguiu fazer!

13 de abril de 2016 00:42 comment-delete

Perfeita colo colocação. Tenho uma criança de 10 anos e me preocupa a chegada desta fase. Procuro dar a melhor educação e esclarecer sobre drogas, bebidas e sexo sem limite, onde o público e o privado não tem mais limites. Seremos colocados à prova e agradeço por saber que não há lugar seguro.

13 de abril de 2016 07:27 comment-delete

O problema de nossa sociedade é este "preconceito". As pessoas preferem se atear em uma frase, do que levarem em conta o grande problema que o texto aborda: a falta de limites de nossos adolescentes/jovens. Enquanto não se conscientizarem do grave problema que estamos passando, não chegaremos a lugar nenhum. O preconceito, se houve, foi da escritora; o problema, é nosso.

13 de abril de 2016 07:41 comment-delete

Ao ler os comentários me deparei com pais irresponsáveis, adolescentes emancipados, pais medrosos e pessoas que tem dificuldade de entender que o texto não pertence ao dono do blog, o foco não é o preconceito do baile de favela, mesmo assim, entendo que a maioria dos bailes de favela ficaram mais famosos por promover streep de adolescentes e abusos sexuais, não há como generalizar, mais é algo que tem em sua maioria acontecido. Quanto ao fato de criar filho com liberdade demasiada acreditando nas orientações dadas, é relapsa essa criação, é dever dos pais não só orientar como também verificar, proibir, checar e até mesmo denunciar, se você encontra em um apartamento jovens se drogando, meninas de 12, 13, 14 anos drogadas, semi-nuas, sendo abusadas ou perto disso, não é só tirar seu ou sua filha do local, tem que acabar a festa ou chamar a polícia, trata-se de ter responsabilidade não só com seus filhos, mas com os filhos dos outros pais que desconhecem o que seus filhos estão fazendo, liberdade completa terão quando não dependerem mais dos pais, quando atingirem a maioridade, enquanto você for responsável é responsabilidade sua, intervir, punir, proibir, no futuro eles te agradecerão, sem mi mi mi nem traumas.

13 de abril de 2016 10:54 comment-delete

Só entrei para dizer que depois de tudo o que li aqui, tenho pena e admiração pelo autor do texto. Admiração por se expor na tentativa de promover um mundo melhor. E pena em saber que em nosso país impera o preconceito, intolerância, desrespeito ao pensamento contrário, hipocrisia, falso moralismo, falso liberalismo e o falso preconceitualismo e o falso intelectualismo. Somos um povo medíocre...

13 de abril de 2016 11:24 comment-delete

Parem de dizer que é culpa dos pais. Uma boa educação conta sim, e muito, mas o quanto mais rígidos forem os pais, mais curiosidade causa no jovem. Muitos pais acham que os filhos são santos e nunca fizeram sexo, não beberam e nem usaram drogas, porém a maioria sabe esconder isso perfeitamente. É uma atitude bonita? Não, mas muitos adultos também não tem atitudes melhores. Em todas as idades nós temos indivíduos irresponsáveis e inconsequentes, não é uma característica exclusiva do jovem, porque aliás, em muitos eventos adultos rolam essas mesmas coisas. Se esse for um desejo do jovem, os pais devem sim interferir, porem caso não consigam, julgar ele negativamente não vai influenciar sua conduta posteriormente. É sim importante dar exemplos para que esse comportamento não seja reproduzido, porem nenhum indivíduo aprende com os erros dos outros, mas sim com os próprios. Cabe aos pais mostrarem o que é devidamente correto e cabe aos filhos escolher qual caminho seguir.

13 de abril de 2016 11:39 comment-delete

Bom acho que o filho do rico tem muito mais condição de fazer merda do que um mais humilde. Com o dinheiro para os lanches da escola e mesadas se compram drogas, bebidas, cigarros. O que não sobra para um que tem menos condição. Vi muitas amigas se perderem. Vi muita coisa que não gosto nem de lembrar. Algumas perdi até a amizade por contar para a minha avó o que estava acontecendo e que queria que ela conversasse com a mãe. Pois queria ajudar. É DESSE MODO AMIGA RICA QUE SEUS FILHOS SE PERDEM!!!

13 de abril de 2016 12:11 comment-delete

As pessoas sempre tiram o foco do problema principal a mãe não quis depreciar classes econômicas quis alertar sobre um fato muito sério e a única coisa que chamou a atenção foi a palavra"favela" . Parabéns a essas pessoas hipócritas

13 de abril de 2016 12:32 comment-delete

A pessoa fez um relato de um fato gravíssimo e a única coisa que leram foi a palavra"favela". Parabéns aos hipócritas......

13 de abril de 2016 12:36 comment-delete

Textinho mais hipócrita e preconceituoso heeein
Quer dizer que no baile funk de favela isso eh normal ?
Quer dizer que os filhos das pessoas carentes são piores que os seus do Morumbi ?
Se sua filha da ate o ouvido pra 3. 4. 5 caras em uma festa problema educacional seu
Se seu filho fuma maconha ate cair problema educacional seu.
Não me venha com historinha furada

13 de abril de 2016 13:34 comment-delete

Quanta preconceito em um só texto, seja nas comparações usadas ou nos termos empregados, me preocupo mais com essas pessoas que dizem e empregam tais termos e expressões do que com esses jovens. É necessário sim cuidado, vigilância e muita orientação, criança é criança e quanto mais proibido for algo pra ele mais atrativo se torna. Os cuidados que se devem tomar em relação a essa hp são sérios, apesar do texto ser extremamente preconceituoso, esses adolescentes devem ser instruído sobre os perigos do álcool, aos cuidados relacionados a sexo e tals, mas por favor largamos de ser preconceituoso e hipócritas!

13 de abril de 2016 13:34 comment-delete

Uuui, escreveram "favela"....

Mimimimimi

13 de abril de 2016 13:41 comment-delete

Os pais não deviam fazer isso não, o que eles realmente deviam é instruir seus filhos como se comportar em relação a bebidas e drogas, pois todos sabem que para comprar um vodka e droga só precisamos de dinheiro o resto é fácil. Ao ensinar aos seus filhos o que fazer, nós evitamos cenas como a da cerveja da menina. E em relação ao shorts delas ( nada a ver com seu comentário mas preciso falar ), elas não podem ser privadas por usar uma roupa que VOCÊS país, amigos o que forem julgam errado. Se ela está confortável com o shorts que aparece tudo então está bem porque não cabe a vocês privarem alguém de usar uma roupa pois acham apropriado.

14 de abril de 2016 00:17 comment-delete

Olá Marina,
Sou filha com uma irma e um irmão, porém não sou mãe ainda. Acredito que tive uma ótima criação pelos meus pais, também meus irmãos por terem sido criados pelas mesmas pessoas. O que vi durante a adolescência é que por mais que os pais conversem, alguns adolescentes acabam indo pelo caminho errado. Na minha família por exemplo, eu e meu irmão sempre andavamos muito "na linha" porém minha irmã fazia muito dessas peraltices relatadas no texto. Ou seja, o mesmo sistema exelente de criação não funciona para todos. Asolescentes são seres humanos, recebem influências de todos os lados e têm vontade propria e muitas vezes fazem como querem e não como é aconselhado.

14 de abril de 2016 04:27 comment-delete

Na favela mora gente boa sim, assim como nos bairros de elite mora bandido, precisamos sim sempre ficar de olho nos nossos filhos

s
14 de abril de 2016 08:12 comment-delete

A questão é que por trás dessa única frase está implícito um preconceito que está arraigado em nossa sociedade... Os pais, muitas vezes, permitem que seus filhos frequentem tais espaços porque julgam serem lugares seguros, onde os filhos estariam seguros. Esses pais (como os da mãe que citou infelizmente uma frase extremamente preconceituosa) deixariam os filhos ir a um baile funk? A permissividade está presente em todas as camadas sociais, hoje. Por mais que haja pais zelosos, a informação que vem de fora de casa é absurda e muito difícil de ser controlada-as redes sociais são perigosas demais nas mãos de sujeitos em formação e com sede de conhecer o mundo inteiro.

14 de abril de 2016 15:06 comment-delete

É lamentável ler a distorção de um assunto sério, somente para escrever meia dúzia de palavras sobre preconceito.
Gente, o assunto principal é "House Parties" e o cuidado com filhos adolescentes. Isso sim é extremamente preocupante.
O resto é só blá blá blá.

14 de abril de 2016 16:51 comment-delete

Moro nos Estados Unidos, essas house parties não são muito comuns aqui, não. Pelo contrário. Os Estados Unidos, apesar da fama, é um país bem conservador, principalmente no que diz respeito a pré-adolescentes. Acontece? Acontece, sim, como em qualquer lugar. Mas duvido até que a foto mostrada seja daqui.

14 de abril de 2016 22:05 comment-delete

Tendo uma Filha 21 anos concluindo curso psicologia. Um filho 19 anos terceiro ano engenharia civil.
sou em defesa dos jovens, eles fazem o que lhe permitem fazer.
Tenho 42 anos e não tenho nada o que me queixar de nenhuma faze dos meus filhos. Os eduquei com base em: " vocês podem tudo, mas nem tudo lhes convém".

14 de abril de 2016 22:08 comment-delete

Apesar de o pessoal só ter prestado atenção à um detalhe, eu agradeço a autora pelo alerta, pois não sabia disso, meu filhos são pequenos, mas minha cunhada adolescente mora cm a gente, e nós não deixamos ela muito solta, agora então nem pensar. Serviu de alerta. E o que a autora quis dizer na realidade, é que mtas pessoas pensam que esse comportamento só rola em baile funk, e ela quis dizer que não. Pode estar acontecendo dentro de nossa própria casa.

15 de abril de 2016 08:41 comment-delete

triste constatar que a grande maioria tem sua formação pela REDE GLOBO, onde é mais importante "não" ser preconceituoso quanto a orgias e drogas do que ter cuidado com os que amamos - filhos. Ontem mesmo vi como a globo faz isso, QUASE sempre que tem um personagem preconceituoso em suas novelas é uma mulher "crente" de cabelos compridos e usando saia. Na cena ela foi cuidar da filha menor que estaria "ficando" com um personagem que ficou aleijado das pernas... assim, a imagem que fica é dos pais bonitos e liberais, e a da mãe "crente" e "preconceituosa". Aí pergunto: na minha familia não tenho o direito de educar meus filhos com meus principios? Se não concordar com a imoralidade ensinada pela mídia sou preconceituoso? E, do mesmo jeito, os que não concordam comigo e me julgam, não seriam preconceituosos também? ESSA DESCULPA DE PRECONCEITO É A FORMA DE SE OBRIGAR TODOS A SE SUBMETEREM A IMORALIDADE, AS DROGAS, AOS VICIOS... se vc quer fazer tudo que queira, vc é livre, mas não critique pais que não querem isto para seus filhos, cada um cada um.

15 de abril de 2016 12:33 comment-delete

Vamos ser hipócritas , vamos fingir que nao fizemos sexos com 18, 17 anos, vamos fingir que nao colocamos uma gota de álcool na boca na adolescência , passamos o dia todo trabalhando , nossa vida provavelmente teve poucas festas, e é isso que queremos pros nossos filhos, que eles passem a adolescência e o começo da fase adulta toda estudando e o resto da vida trabalhando, sexo é só pra procriação , bebida é só pra mim que trabalho o dia todo e quero encher a cara quando chegar em casa pra esquecer os problemas e as dividas, minha filha é mulher, eu nao quero que ela ande com homens, quero que ela case virgem com 30 anos, exatamente o contrario do que eu fiz com a mãe dela quando eramos jovens, alias, ela tem que estudar e cuidar nas coisas de casa, nao transar nem beber, isso é coisa de homem.

15 de abril de 2016 14:05 comment-delete

Nossa, realmente. Tenho 20 anos, nem adulta nem adolescente. Classe média, talvez baixa. Vinda de escola pública, mas sob a atual situação das escolas públicas estaduais, por exemplo, um tanto quanto privilegiada minha escola, pois vinha de uma administração menor do que a do Governo do Estado, a minha era municipal. Atualmente estudante de direito. Atualmente com uma visão bem diferente dos adolescentes mencionados no texto. Primeiramente, concordo com tudo o que acontece nas House Parties, sinto informar, é verdade. Em segundo, por que criminalizar sua filha a sair com o shorts que ela quiser? A garota que está no chão jogada poderia estar de burca. Você não repara o que aqueles GAROTOS estão fazendo com ela? Se fosse uma festa apenas de "meninos" (da classe média alta, obvio) bebendo e fumando ai seria tranquilo? Por que não ensinar seus filhos a não se comportarem como animais ao reprimir suas filhas a sairem com determinada roupa. Pra sua filha ter que sair com roupa escondida, sinto novamente em te dizer, falta MUITO diálogo, muita desconstrução nessa sua mente conservadora. Em terceiro, "não são bailes funk de favela, são os nossos filhos" oi? Que?? Que tipo de ser superior você e seus ELEVADOS filhos elitistas são? O pobre passar por isso tudo bem? O filho do pobre já é normal né? Agora você, logo você, ser "rebaixado" a esse nível não dá né? Por favor, repense sobre o quão preconceituoso e classicista foi esse texto, e principalmente machista. Distinguir a garota do colégio entre "saidinha" e santinha"... Apenas melhore.

16 de abril de 2016 01:32 comment-delete

Renato, concordo com a sua colocação e alerta para os pais. Desconhecia esse tipo de festa. Não vejo nenhum preconceito nas palavras da autora do texto. O preconceito tá na cabeça de quem interpreta dessa forma. É do conhecimento da população que baile funk pode rolar drogas, independente de ser favela ou não. O que acontece é que a mídia fala mais de bailes funk em favela. Parabéns, Renato, você repassou conhecimento e alerta para nós, mães!

16 de abril de 2016 10:35 comment-delete

Vamos la, tenho 16 anos e sim, já fui em uma "hp", discordo de alguns pontos.
Por que vocês imploram aos pais proibirem no lugar de conversar e explicar o que seria o certo?
Por que vocês simplesmente querem privar algo e não educar e explicar como pode ser feito?
Por que vocês generalizam o jovem dessa forma?
Rola droga, bebida e pegação sim. Mas não dá parte de todos, sabe por que? Porque nós jovens não somos todos iguais, da mesma forma que vocês adultos também não são. Eu tenho uma consciência e meus amigos outra.
Sobre impor que uma certa classe tem mais "educação" que a outra: mentira. Vários amigos de boa condição estão mais metidos com o que é errado do que outros. Julgue-se antes de julgar alguém.
E essa é a experiência do jovem atual, como vocês viveram e seus pais achavam um absurdo, conscientizem os SEUS filhos, não os privem. Isso apenas piora, sabe por que? Ele irá se revoltar exacerbadamente, e quando você for reclamar ele colocará a culpa sobre o TEU colo, ensine e confie, eu sei que não há nada mais doloroso que confiar em teu filho e ele falhar, mas mostre essa decepção, se não resolver, tudo bem, mas você já começou pelo "início"? Confiando? Vários pais simplesmente começam já proibindo, acredite, se fizer isso desde o comecinho, ele irá se revoltar e não responder pelos atos dele, volto a dizer: colocará a culpa no senhor ou senhora, mesmo isso sendo errado.
Tem vários casos de filhos que fogem porque não aguentam os pais, na verdade, não aguentam a "prisão" que se tornou o que era para ser um lar. Então não sejam apenas pais que vivem dando ordem, sejam pais compreensivos e que confiam, porque também não há nada tão doloroso para um filho a falta de confiança dos pais por medo.

17 de abril de 2016 20:55 comment-delete

E não ensine sua filha a "não usar roupa curta" ensine o teu filho a respeitar outro ser humano independente da roupa escolhida.

17 de abril de 2016 20:56 comment-delete

Concordo com a autora do texto e agradeço por escrever isso. Esta nos dando um alerta grave e até agradeço sou mãe de adolescente e irei ficar atenta.

21 de abril de 2016 14:07 comment-delete

A mãe fala que entrou na festa, viu copos de vodka, sentiu cheiro de maconha, ouviu um grito de uma garota com uns 12 anos quando caiu bêbada no chão e ao invés de ser ajudada, só apareceram garotos para jogar bebida nela e você acha que o pior da publicação foi o "preconceito escondido"? Você tá de brincadeira, não é?

22 de abril de 2016 15:17 comment-delete

Eu entendi o que a autora quis dizer, obrigada pelo esclarecimento, tenho uma filha de 14 anos e ficarei mais atenta.

25 de abril de 2016 12:25 comment-delete

O comentario dizer a verdade não o torna preconceituoso, mas sim fazer uma observação sob a otica da realidade. Muitas das vezes o "mundo refinado" e mais podre que o mundo desfavorecido. Mas muitas das vezes o mundo desfavorecido contribui para continuar desfavorecido. Se assumir como vitima da sociedade, nao vai trazer beneficios, senão continuar sendo vitima...

17 de novembro de 2016 14:04 comment-delete

Samanta Farias disse tudo...

17 de novembro de 2016 14:05 comment-delete

Uma boa surra de cinto resolvia no meu tempo (tenho 22 anos) kkkkkkkk!!! Agradeço a Deus por ter tido pais que sabiam corrigir!

17 de novembro de 2016 19:28 comment-delete

Resumindo, o a pessoa quiz dizer é p os pais darem mais atenção aos filhos e sempre observar que tipo de festas eles andam. Só isso, aí já causa uma discussão imensa, me polpe viu.

20 de novembro de 2016 16:54 comment-delete

Acho que todos estão muito preocupados em julgar o autor e a mãe que narrou,e não estão vendo o recado dado.Logico que nem todos os jovens são iguais, independente da classe social,mas que deveríamos abrir os olhos e dar mais atenção aos perigos da vida.Eu tenho 3 adolescentes homens na minha casa e um de 8 anos, e eles sempre me pedem para fazer uma H P aqui em casa.Estou sempre presente e de olho. Alguns pais fazem questão de falar comigo,outros nem imagino quem sejam.Este e o ponto principal.Nao temos que proibir e sim ficar atento e se possível se comunicar com os pais das casas que terão ass festas.Tem festinha na minha casa quase todo final de semana,e eu por sinal prefiro abrir mão de fazer um programa do que não estar por perto.Os pais de hoje em dia,parece que não querem ter trabalho nenhum com seus filhos, mas educar da muito trabalho.E só para terminar,estes 3 adolescentes que me referi que tenho em casa, não são meus filhos e sim meus entiados que amo e me preocupo como se fossem meus, e não moram comigo, mas que fazem questão de estarem na minha casa todo o final de semana e apesar da minha presença nos eventose das minhas cobranças,fazem questão de fazerem aqui as suas festinhas. Faço a minha parte e como disse o autor, cuido dos filhos dos outros que estão na minha casa,como gostaria que cuidassem dos meus. Se todos fizessem isto,tenho certeza que teríamos jovens mais felizes.

20 de novembro de 2016 18:49 comment-delete

Vamos ser realistas! Os pais por lei, são severamente impedidos de exercer sua autoridade, contudo, crianças e adolescentes tem as leis a seu favor! O Estado não apoia os pais, que tem problemas com adolescentes desobediente e que teimam em se expor a riscos sociais e pessoais. Entretanto, se o pai prendê-los em casa (é carcere privado), se der umas palmadas (é agressão física), se gritar é desequilibrado... Enfim, tudo o que os pais tentarem fazer (para impedir, as loucuras de um ser ainda em desenvolvimento e que não responde total e civelmente por suas ações) poderá ser até preso por isso. Educar filhos tranquilos e obedientes é fácil, mas vai... encara um filho insubordinado ao extremo! Quero saber, se consegue, resolver o problema com equilíbrio, tranquilidade e com resultados satisfatórios em plena obediência as leis, ou seja, não vale abandonar o rebento irrecuperável, afinal abandono de incapaz também é crime!

20 de novembro de 2016 22:10 comment-delete

Obrigada a autora do artigo! Quem ficou incomodado com a analigia do ' baile funk na favela' deve visitar um desses bailes pra ver a orgia que e' - muito bem aceita pela sociedade, que agora esta importando essas putarias pra outrascesferas jovens.

21 de novembro de 2016 12:32 comment-delete

Muito obrigado a quem escreveu e ao Renato que reproduziu o texto, a questão não é sobre o baile funk e sim que está acontecendo um descaso em todos os lugares, libertinagem a céu aberto, todos fazem o que querem e ninguém respeita mais nada, excesso de tudo é permitido e nenhuma consequência de imediato, pois acredito q aquilo que a pessoa plantar irá colher cedo ou tarde, isso me choca toda vez e vejo ou leio algo a respeito, tenho filhos e zelo por eles, precisamos de mais Amor ao próximo e impor limites aos jovens, crianças e adolescentes, uma Vida com Princípios, só assim será possível evitar todo mal, ser Pai e Mãe é dizer muitas vezes não e pronto, eduquei meu filho dizendo q ser mãe não é fazer todas as suas vontades, que DEUS nos Ajude, precisamos de socorro Divino. um abraço e que DEUS nos abençoe pra exercer essa Missão de AMAR E Proteger os filhos q ELE nos Confiou.......

21 de novembro de 2016 15:05 comment-delete

Teve gente nos comentários dizendo ser normal,que fizeram isso quando era adolescentes... dê graças as Deus por ter ficado sem consequências, pois participei disso em minha época, não conheço meu pai e minha mãe não se importava muito comigo, fiquei terrivelmente viciado em drogas, 70% dos ´´amigos`´ da época, uns morreram e outros estão na ruína moral etc...

21 de novembro de 2016 15:31 comment-delete

TEM MUITOS CRITICANDO O TEXTO COMO SE FOSSEM EXPERT NO ASSUNTO, NO MINIMO SAO A FAVOR A FAZER BARBARIDADES PORQUE SAO PIORES E FAZEM PIORE DO QUE ISSO, MAS NUNCA VI DIZER QUE ALGUEM QUE SE ENTUPICE DESSAS PORCARIAS SEJAM BEM SUCEDIDO, MAS TEM UM MONTE DE LIXO E ZUMBIS TRANSFORMADOS POR ELAS E NAO HA QUEM CONTESTE, VA A CRACOLANDIA E TRAGAM PARA SUAS CASAS ESSES ZUMBIS QUE VOCES DEFENDEM SE É TAO NORMAL ASSIM, E ADOTEM COMO PESSOAS NORMAIS, QUERO VER SE VOCES VAO CONTINUAR COM A MESMA OPINIAO. POIS COM ESSES AI COMEÇARAM ASSIM DEVAGAR E DE BOA, NAO É ASSIM.

SI
21 de novembro de 2016 16:57 comment-delete

Morro e não vejo tudo��������

21 de novembro de 2016 21:29 comment-delete

Pronto, o cara quis alertar e descobriram uma frase no texto e tiraram o foco todo da abordagem do cara. Agora o texto dele tá desqualificado,preconceituoso e não serve mais pra nada. Inacreditável.

21 de novembro de 2016 23:05 comment-delete

Povo imbecil, no texto a analogia é sobre o baile na favel, não sobre a favela e ou moradores dela! Povo imbecil e nojento! Da nojo... faltou a aula de interpretação de texto ou aderiu a moda PT do vitimismo onde tudo é preconceito? !

21 de novembro de 2016 23:30 comment-delete

Renato, pelo visto nem vc que é blogueiro entende de interpretação de texto, a autora fala do baile funk da favela, em momento nenhum ela fala do povo da favela. Por isso nunca mais irei ler seu blog, pq pelo q vejo, vc não tem nada para passar pra ninguém!
Um blogueiro deve ter opinião própria, punho firme e saber escrever e interpretar textos, um dom q pelo visto vc não tem.

21 de novembro de 2016 23:35 comment-delete

O politicamente correto é uma m... Há diferença de educação SIM no Brasil. Esse mimimi tem empurrado o país ladeira abaixo. O país das cotas, da falsa homofobia, das escolas invadidas por falsos estudantes, do coitadismo e dos desvios causados nos bolsas famílias da vida. Falar a verdade não é preconceito. O texto é muito elucidativo para quem tem filhos adolescentes e que com o seu próprio esforço consegue lhes proporcionar melhores oportunidades.

21 de novembro de 2016 23:54 comment-delete

Eu não tenho preconceito em relação ao baile de "favela", tenho um conceito, se no "asfalto" a coisa é ruim, um baile numa área dominada, onde quem manda são traficantes ou milicianos, e sequer se pode denunciar chamar a polícia se um menor estiver tendo relações nua no palco, é exponencialmente pior É elevarmos a situação já inadmissível que temos no "asfalto" ao cubo.
Mas essa é uma questão menor, a denúncia é séria. As casas de família ou ambientes ditos seguros podem esconder um terrível perigo. É tipo, a menina ou rapaz que diz que quer ficar longe da muvuca do carnaval e pede para ficar numa casa alugada por amigos na praia (ou no campo) sob a supervisão de adultos, por vezes esses adultos são piores que os jovens e o ambiente torna-se tudo, menos familiar.

22 de novembro de 2016 01:11 comment-delete

Parabéns pelo texto... preconceito? Falta a galera aí saber interpretar texto isso sim foquem no que realmente é o alerta porra agora tudo é preconceito que saco isso ... pra constar sou pobre antes que venham encher o saco dizendo que sou rica por isso estou "defendendo " povo chato viu ???

22 de novembro de 2016 01:39 comment-delete

São todas iguais, tanto faz na favela como nos condomínios, zona degradação da sociedade está em todos os níveis, do não vê isso quem não quer. Querem educar seus filhos, aprendam a dizer não, impor limites e regras...esse mínimo de preconceito é tirar o foco do problema. A sociedade se tornou podre, basta você assistir a novelas e seriados da televisão.
A pularia está generalizada.

22 de novembro de 2016 07:36 comment-delete

Vc foi perfeito!!!

22 de novembro de 2016 08:26 comment-delete

Então você foi criado em um prostíbulo, porque eu tennho sua idade e nunca vi algo assim

22 de novembro de 2016 09:21 comment-delete

Ao que parece, todos concordam com o que acontece em um baile funk, desde que não sejam tachados de preconceituosos...
Muitos ignoraram, por motivos diversos, talvez até porque são hospedeiros destas festinhas, as razões colocadas, detalhadas e explicadas no post.
Preferiram desviar o conteúdo das informações e fixar somente o tal do preconceito.
Não é porque participo de projeto social em favelas e comunidades que vou fechar meus olhos para a realidade do local, suas mazelas e seus crimes.

22 de novembro de 2016 10:35 comment-delete

Estão mais preocupados com o comentário da mãe que com o alerta tão útil para os pais. Na verdade ela quis dizer o contrário Todo mundo pensa que isto acontece nas favelas . Pelo contrário isto acontece em todos lugares. Parabéns e obrigado. Talvez não seja tão importante porque as pessoas hoje em dia estão mais preocupadas com o que é dito do que com que acontece

22 de novembro de 2016 11:07 comment-delete

Parem de elocubrar em cima da interpretação do texto, do tal preconceito, do politicamente correto, e, mais que tudo, dos próprios egos! Que tal focar (esse verbo tá na moda) no tema do post, que, com certeza, todos entenderam muito bem.

22 de novembro de 2016 13:11 comment-delete

sim, como não interpretar como discriminatório!!! mas, pondo panos quentes, estamos sempre procurando uma brecha pra julgar um ato como preconceito ou outra coisa... porém, vamos ver o contexto, olhar mais de perto... que foi o que me deu a entender: de que a pessoa em questão, não esperava que estivesse acontecendo perto dela algo que ela só ouvia falar. É como outra coisa qualquer, vc não espera que aconteça com você, até acontecer...

22 de novembro de 2016 13:31 comment-delete

Perfeito ,o que escreveu . Tenho um filho de 10 anos . Se dou um tapa mais forte ele fala que vai me denunciar .

22 de novembro de 2016 14:09 comment-delete

Aprovadíssimo da primeira a última letra!!!!

22 de novembro de 2016 15:13 comment-delete

O comentário foi infeliz e também não gostei,mas não diminui a responsabilidade dos pais que hoje substituem sua presença junto aos filhos por qq bugiganga eletrônica porque justificam que não tem tempo. P ir na casa das "amigas" tem, para ficar plantada na frente da televisão vendo novela tem, para ficar pendurada no telefone fofocando tem,mas para verificar a tarefa escolar, verificar a agenda da escola,falar com os professores e saber da frequência do filho (a), saber do comportamento na escola, e por aí vai não tem tempo!Conhecer os amigos e as influências que tem sobre os filhos não tem tempo também!! Agora, depois, quando os problemas batem a porta ou as dependências químicas estouram, ou quando são abandonados põe estes mesmos filhos negligenciados no período mais importante da formação deles ficarão chorando pelas "esquinas" se fazendo de vítimas e gritando para Deus "o porquê daquele sofrimento???". Se esperem enquanto há tempo!!!!!

22 de novembro de 2016 15:27 comment-delete

Exatamente Claudio. Essa neura de ficar se prendendo ao que o autor disse sobre ser favela ou não t´pa sendo só uma forma de desviar a atenção do foco do texto.
Tenho certeza que a intenção não foi preconceituosa coisa nenhuma.
é por isso que as mudanças não acontecem neste país, sempre tem alguém querendo se focar no fútil e deixando passar o que mais importa.
A mensagem foi passada, recebe quem quiser! Ass: Ilana Nascimento

22 de novembro de 2016 17:27 comment-delete

Desde que o mundo é mundo, a sacanagem corre solta. Eva comeu a maçã, Caim matou Abel! E agora o santíssimo Papa, deu autorização para perdoar os que cometeram e fizeram e participaram de abortos! Em resumo: Existem em todas as famílias tendencias para tudo, estes são os que saberemos que foram e fizeram, mas existe muita sacanagem desconhecida pelos Pais, mas muita mesmo...só o tempo mostrará o resultado. Lembremos que no mais alto e santo local a pedofilia existe, não é o local que faz a situação e sim a criação dentro de casa ou mesmo a personalidade por mais que não esteja formada. É fato que um ser despreparado porém vívido tem mais noção do perigo que enclausurar jovens. o desejo nato, a tendência sobrepõe qualquer precaução que se tenha e um resultado dos filhos que se deseja.

22 de novembro de 2016 17:36 comment-delete

O maior problema é o alcool vestido de meio santo ora ate o padre toma vinho nas missas etc e é o rei dos vilões inclusive meio onde se poe outras drogas para detonar a turma

22 de novembro de 2016 18:34 comment-delete

Ué, todo pai tem que criar igual você agora? Se os pais deram uma criação mais liberal para a filha ela não fez nada de errado mesmo e pode ir embora quando combinado, ninguém tem obrigação de ser puritano.

22 de novembro de 2016 20:12 comment-delete

Queridos irmãos. Tenho 5 filhos. Fui pai com 17, hoje o Joåo tem 34 e +3 adultos, separei ele o mais velho tinha 10 anos a mais nova na época tinha 1 ano. Todos sempre juntos dentro do possível. Muita atenção e muita oração. Jesus sempre na frente. Hoje todos os 4 formados, muita luta por parte deles e nossa, a família. Todos são unânimes, não usam droga, não fumam, o João depois de muita luta parou de fumar, sempre falando com ele, sempre, mas com educação e respeito. Cerveja? Tem de vez em qdo sim, mas um deles já não toma mais, por conta própria, e é assim, respeitem seus filhos, muita conversa como não quer nada, mas falando de tudo abertamente e observando sempre, fique atento aos sinais, seje amigo e fale sempre: sou seu ,sua, amigo (a), e seje mesmo. Um abraço a todos,inha luta recomeçou , casei de novo e agora tenho outro filho com 3 anos. Vamos lá. Abracos

23 de novembro de 2016 04:57 comment-delete

Até que enfim... Um comentário lúcido!

23 de novembro de 2016 11:01 comment-delete

"Não era um baile funk da favela, eram filhos como os nossos. Foi no Morumbi, mas isso acontece igualzinho aqui, sem dúvidas".Aliás aqui acontece toda a semana.
Desculpa, acho que eu não entendi direito... Esse texto é só para os moradores do Morumbi? Galera que mora nas comunidades é taxada de maconheira e etc? Mas quem disse que a galera que mora no Morumbi não vai para o pancadão na "favela"? Fiz um estudo a respeito e conheci várias pessoas, filhos de bacana e gente com dinheiro, da mesma forma que muita gente que mora nas "favelas" não usam maconha e não participam de funk pancadão.
Acho que esse texto deveria ser revisto pq o preconceito e discriminação já assolam o Brasil de longa data. Ninguém precisa afirmar isso numa leitura informal...

Filhos como os nossos? Quem somos "nós"? O que nos diferencia das pessoas que moram na favela? Eles têm braços a mais? Pernas a mais?
Rico e pobre, morador do Morumbi e da comunidade, quando dá pra fazer coisa errada, faz!
O texto escrito por esse autor é totalmente carregado de preconceito.

23 de novembro de 2016 12:40 comment-delete

Reflexos de um sistema capitalista

Não vou fugir do texto...

O problema se inicia com a terceirização da educação de cada um dos nossos filhos, seja por necessidade ou por mero descuido.

Acredito que os filhos CRIADOS pelos pais tem a probabilidade muito maior de se sentirem amados,aceitos e como consequência
Serão uma soma para a sociedade como um todo.

É óbvio que toda regra tem exceção.
Mas devemos ficar com a regra!!!

Enquanto estivermos tão preocupados com o STATUS, como casa, carro, viagens necessitaremos cada vez trabalhar mais e via de regra estaremos mais distantes da nossa prole.

Concluindo aquilo que não cuidamos certamente será cuidado por outro alguém!!
Seja bom ou ruim.

23 de novembro de 2016 16:03 comment-delete

Você quer que seu filho não faça essas coisas? É bem simples.
Desliga a tv. Senta e conversa. Ouve o que ele precisa dizer.
Essa fase é uma das mais complicadas da vida, se você não conversar com teu filho, quem vai conversar é o amigo que 'tem os esquemas'... Tenta não ser tão retrógrado. Tenta não proibir, e sim ensinar. E lembre-se que um filho é uma flecha. Você pode acertar ela no arco, mas uma vez que você a solte, ela não é mais sua.

Att.
Morrigan

24 de novembro de 2016 10:14 comment-delete

Obrigada pela informação... Ficarei muito atenta à essas festas.
E com relação aos bailes funks independe de onde se realizam são mesmo uma vergonha... infelizmente nasceram na favela e lá se multiplicam como praga infestadora alcançando todas as comunidades, ricas ou pobres porque em todas elas há pessoas desprovidas de bom gosto, bom senso, moralidade e dignidade.

24 de novembro de 2016 20:26 comment-delete

Ensinar Boa moral aos filhos não é ser puritano. É ter bom Senso.Vc que criticou,crie seu filho como deseja criar.Vc é livre.Mas aprenda a respeitar a opinião dos outros pais.

24 de novembro de 2016 23:22 comment-delete

Isso ocorre há muito tempo, quando morei nos EUA participei de algumas festas do tipo, eu tinha 16 anos. Não é novidade a existência de bebidas, drogas e sexo nessas festas. As pessoas tem o costume de procurar a culpa sempre no outro, sem antes parar para observar suas próprias ações. A falta de dialogo com os filhos é o maior dos problemas. Bater ensina? Proibir ensina? Castigar ensina? As pessoas tem que parar de tratar a sexualidade como um monstro de 7 cabeças... conversar, instruir, orientar é sempre mais prudente.
Muita paz pra vocês.

25 de novembro de 2016 13:55 comment-delete

Existe há muito tempo, mas bote tempo ai, em especial em outros países. o Advento da globalização tornou tudo mais acessível e o que estava distante no passado, hoje, está a um estalar de dedos. Portanto, não é tão "moda atual" assim.

25 de novembro de 2016 14:04 comment-delete

Muito Obrigada pela pastagem, tenho adolescente e pré adolescente em casa. Desde meu tempo ouvi falar de festas assim, mas foi bom saber que agora parecem estar mais "na moda" e com características bem diferentes, iniciando a tarde por exemplo. Felizmente pude ficar com meus filhos do nascimento aos 11 anos de uma e 14 anos do outro. Sei que nem sempre é possível para outras mães. Assim pude estar bem perto e bem atenta e passamos eu e meu marido o que podemos e acreditamos em termos de orientação e exemplos. Rezamos, e seja qual for a crença de cada um, precisamos muito dessa ajuda superior. Não sei o que será ainda, mas acho que o que percebermos ser inadequado proibiremos sim, mas também vamos ter que ir dosando o que essa proibição irá causando, o cuidado se virar obsessão, porque aí também é bem perigoso!! Bom, de olho sempre, orientação, oração, presença, amor e também tentar entender os sentimentos deles, de olho se algo que proibimos tá causando muita revolta, aumentando o desejo, aí e preciso trabalhar isso de algum modo, senão a consequência será catastrófica. Difícil demais educar, discernir a melhor maneira, mas com dedicação é fé acho que vamos caminhando! Sorte e bom trabalho a todos!

25 de novembro de 2016 23:18 comment-delete

Pessoal não tem preconceito pelo amor de Deus... a pessoa fez uma alusão, pq isso se vê mesmo em baile de favela.. em ruas de favela!!! Acordem!!! Enquanto ficam criticando o preconceito atentem ao conteúdo! Isso aconteceu em plena luz do dia na rua em frente ao salão de cabeleireiro que frequento! Foi o esposo da proprietária do salão que levou a menina embora!!! Desmaiada e semi nua largada na calçada!!! Num bairro nobre da cidade onde moro!!! O alerta �� aqui e CUIDE DE SEUS FILHOS!!! CUIDADO!!! PRESTEM ATENÇÃO!!! Eles estão gritando... pedindo por socorro! Fiquei chocada ao ver uma menina q conheço desde criancinha andando seminua no shopping!!! Aonde vamos parar????

26 de novembro de 2016 12:34 comment-delete

Esse mimimi é realmente uma m... Falta a capacidade de interpretação. Falam em igualdade mas tudo é preconceito, puro sentimento de inferioridade. Agradeço a autora do texto pelo alerta.

5 de dezembro de 2016 15:45 comment-delete

Parabéns, gostei muito do blog! São abordados assuntos necessários e urgentes! Mas gostaria de saber se você também tem uma página no Facebook!

25 de janeiro de 2017 22:00 comment-delete